É um enorme prazer receber uma carta sua. Já me falaram muito e bem de si. Foi o senhor Dorival Vítor Lopes, o editor de TEX no Brasil quando esteve em Portugal o mês passado acompanhado de sua esposa. Eu sou o José Carlos Francisco, de Portugal. Em TEX-378 - Resgate no Pântano, o Editor Dorival faz uma citação nominal e um agradecimento aos texmaníacos portugueses. Pois eu tive a grande honra de recebê-lo na minha região e na minha casa! (...) Sou de certeza o único colecionador de TEX em Portugal a ter a coleção completa do ranger. (...) Infelizmente TEX não é vendido em Portugal desde o 355 porque a importadora portuguesa dizia que vendia menos de 3000 exemplares/mês e que não era rentável, mas com a minha persistência, dedicação e amor, consegui que a Mythos Editora me continuasse a enviar todos os TEX que são publicados no Brasil. José Carlos Pereira Francisco, Anadia, Portugal josebenfica@hotmail.com.
Agradecemos ao Dorival pela ótima referência que nos deu nas terras d'além mar e pelo seu longo e-mail, do qual publicamos um pequeno trecho. Longa vida a Tex Willer e a seus pards! QG-TEX
Alguém imagina de quando foi essa mensagem?
Até a próxima...
TEX WILLER
My name is Willer... Tex Willer !
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Um novato na área
Sou novato na área, tenho 36 anos, sou colecionador desde 1976 e tenho a coleçao do TEX Edição Normal misturado com 2ª edição... e faltam apenas alguns números... Revisando a seção classificados, vi dois anúncios onde tem revistas que me faltam... e após enviar e-mail para ambos, os mesmos voltaram com erro: host e usuário desconhecido. São eles: gac5846@tjsc.gov.br e hercules_nogueir@uol.com.br. Se o QG-TEX puder me ajudar, ficarei muito grato... Preciso adquirir TEX-319-Fantasmas do Passado 2 e TEX-338 - O Mistério do Pergaminho. Muito obrigado e parabéns pelo ótimo site... Voltarei muitas vezes... e aguardem notícias... pois sou fotógrafo e escritor, estou engatinhando, mas já tenho em mente e iniciada no papel uma história para o nosso ranger... Geraldo Guilherme, São Paulo, SP.
Está aí a sua carta, Geraldo. Esperamos que esses dois texmaníacos possam ver seu apelo e entrem em contato o mais rápido possível. E, caso mais alguém tenha essas edições dublês, que entrem em contato também... QG-TEX
(Primeiro post no Portal TexBR. Comprei depois essas revistas, em sebos. Era de má qualidade. Depois substitui comprando revistas em bom estado com o pard João Cunha)
Até a próxima...
Está aí a sua carta, Geraldo. Esperamos que esses dois texmaníacos possam ver seu apelo e entrem em contato o mais rápido possível. E, caso mais alguém tenha essas edições dublês, que entrem em contato também... QG-TEX
(Primeiro post no Portal TexBR. Comprei depois essas revistas, em sebos. Era de má qualidade. Depois substitui comprando revistas em bom estado com o pard João Cunha)
Até a próxima...
domingo, 7 de novembro de 2010
Tempo de realização
Este é um tempo especial, muito mais especial do que aquele outro dia em que foi anunciada a fusão dos Portais Tex e Zagor. Agora é o tempo da realização, o tempo do sonho concretizado, das previsões tornando-se realidade... E isto se faz possível principalmente pela vontade férrea dos amigos Gervásio e Nilson, que não mediram esforços para esta grande empreitada se tornar um fato importante para os amantes do mundo Bonelli no Brasil. Valeu, amigos. Valeu pelas horas de descanso transformadas em planejamento, pelas horas de lazer transformadas em editoração, pelos reais transformados em viagens, valeu! Quero assim parabenizá-los pelo sucesso alcançado e dizer que muito me honra fazer parte deste mundo, seja como colaborador, seja como fã de Tex e Zagor. Grande abraço,
G.G. Carsan, João Pessoa, PB, Brasil
Mensagem enviada ao Portal em 2002
G.G. Carsan, João Pessoa, PB, Brasil
Mensagem enviada ao Portal em 2002
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Antigas Curiosidades
Além do prazer que é estar junto da amada coleção de Tex, é sempre muito bom descobrir algumas particularidades e curiosidades, que acabam por contar um pedaço de nossas vidas. Foi durante a folga do almoço, no sossego da minha rede, que me deparei, por acaso, com esse algo novo.
A primeira história de Tex Normal com continuação foi na sequência 40, 41, 42, da Editora Vecchi. Tenho as revistas da 2ª. edição. E neste período, já era comum colocar o " resumo " do número anterior, na primeira tira, para situar os leitores. Eu sou daqueles que vou lendo de acordo com a aquisição das revistas, sem reler o início da aventura. Só tempos depois releio tudo.
Hoje, ao abrir o Tex 312 - O Ouro de Klaatu, vi que não tem a famosa sinopse. Curioso, dei uma olhada aleatória em várias edições e somente no Tex 123 - Dakotas, deixei de encontrar a sinopse. Haverão outras?
E durante a procura acima, mais um fato curioso: Em Tex 122 - A Corrida da Flecha, 1ª edição, percebi um papel branco, bem superior ao normalmente utilizado no Tex. Era a edição de Abril/1981. Para não deixar barato, procurei o exemplar do mesmo mês, 2ª. edição e novamente vi uma revista com o papel branco "superior", em Tex 49 - A Ponte Trágica. Todas as revistas saíram com o papel branco ou somente algumas? Em tempo: o preço da revista não se alterou, apesar da inflação tigreza que imperava naquele tempo.
G.G.Carsan, João Pessoa, PB, Brasil
Obrigado por suas sempre importantes observações, G.G.Carsan. Se ler as aventuras dos nossos heróis favoritos já são motivo de alegria, imagine reler atenta e nostalgicamente... Melhor ainda...
Portal TEXBR
A primeira história de Tex Normal com continuação foi na sequência 40, 41, 42, da Editora Vecchi. Tenho as revistas da 2ª. edição. E neste período, já era comum colocar o " resumo " do número anterior, na primeira tira, para situar os leitores. Eu sou daqueles que vou lendo de acordo com a aquisição das revistas, sem reler o início da aventura. Só tempos depois releio tudo.
Hoje, ao abrir o Tex 312 - O Ouro de Klaatu, vi que não tem a famosa sinopse. Curioso, dei uma olhada aleatória em várias edições e somente no Tex 123 - Dakotas, deixei de encontrar a sinopse. Haverão outras?
E durante a procura acima, mais um fato curioso: Em Tex 122 - A Corrida da Flecha, 1ª edição, percebi um papel branco, bem superior ao normalmente utilizado no Tex. Era a edição de Abril/1981. Para não deixar barato, procurei o exemplar do mesmo mês, 2ª. edição e novamente vi uma revista com o papel branco "superior", em Tex 49 - A Ponte Trágica. Todas as revistas saíram com o papel branco ou somente algumas? Em tempo: o preço da revista não se alterou, apesar da inflação tigreza que imperava naquele tempo.
G.G.Carsan, João Pessoa, PB, Brasil
Obrigado por suas sempre importantes observações, G.G.Carsan. Se ler as aventuras dos nossos heróis favoritos já são motivo de alegria, imagine reler atenta e nostalgicamente... Melhor ainda...
Portal TEXBR
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Tex 500
Depoimento:
Tenho o prazer e a honra de ter em minha Biblio-TEX o mais esperado TEX de todos os tempos. O TEX 500 é um marco histórico que representa o sucesso incontestável dessa publicação. Mais, define o acerto dos bravos editores em trilharem este caminho sem esmorecerem nos momentos críticos que ponteiam todos os negócios e alavancam, motivam para novos empreendimentos. E para nós, leitores, colecionadores e fãs, justifica "sine qua non" a prazerosa tarefa de procurar nas bancas pelo próximo TEX e a nossa comunhão com este personagem ímpar, cujo grau de parentesco é de pai, irmão e amigo. Serve como um "cala-a-boca" para os críticos de plantão. Deixando de lado as críticas sobre o roteiro e esquecendo que faltou um pôster, ou mesmo um encarte comemorativo de maior pompa, e não conheço as causas, quero me regozijar com os "fratelli" italianos. A verdade é que o Sérgio Bonelli apostou nesse roteiro. Pronto!
Já falei que TEX é demais, é 10… é 1000! E quero agora prestar a minha homenagem irrestrita à aquele capaz de unir leitores dos dois lados do Atlântico e propiciar amizades deslumbrantes; incentivar a leitura e a prática do bem, não deixando ir pelo ralo os mais sublimes conceitos éticos dos homens; aglutinar em sua volta pessoas de raças, costumes e religiões diferentes em encontros em Itapoá, Cidade do Porto, Curitiba, João Pessoa, São Paulo; e mover homens que trabalham para levá-lo às bancas; fãs que criam grupos, clubes e sites na internet; leitores que batem papo em chats, sempre debatendo sobre o ídolo, sem fins lucrativos, somente em nome do prazer.
Evviva TEX!
Geraldo G. Carsan
Obs: Hoje, 8 anos depois, os Tex mais esperados de todos os tempos são o 600 na Itália e o Tex Cores 7 no Brasil).
(Um abraço a todos e até a próxima)
Tenho o prazer e a honra de ter em minha Biblio-TEX o mais esperado TEX de todos os tempos. O TEX 500 é um marco histórico que representa o sucesso incontestável dessa publicação. Mais, define o acerto dos bravos editores em trilharem este caminho sem esmorecerem nos momentos críticos que ponteiam todos os negócios e alavancam, motivam para novos empreendimentos. E para nós, leitores, colecionadores e fãs, justifica "sine qua non" a prazerosa tarefa de procurar nas bancas pelo próximo TEX e a nossa comunhão com este personagem ímpar, cujo grau de parentesco é de pai, irmão e amigo. Serve como um "cala-a-boca" para os críticos de plantão. Deixando de lado as críticas sobre o roteiro e esquecendo que faltou um pôster, ou mesmo um encarte comemorativo de maior pompa, e não conheço as causas, quero me regozijar com os "fratelli" italianos. A verdade é que o Sérgio Bonelli apostou nesse roteiro. Pronto!
Já falei que TEX é demais, é 10… é 1000! E quero agora prestar a minha homenagem irrestrita à aquele capaz de unir leitores dos dois lados do Atlântico e propiciar amizades deslumbrantes; incentivar a leitura e a prática do bem, não deixando ir pelo ralo os mais sublimes conceitos éticos dos homens; aglutinar em sua volta pessoas de raças, costumes e religiões diferentes em encontros em Itapoá, Cidade do Porto, Curitiba, João Pessoa, São Paulo; e mover homens que trabalham para levá-lo às bancas; fãs que criam grupos, clubes e sites na internet; leitores que batem papo em chats, sempre debatendo sobre o ídolo, sem fins lucrativos, somente em nome do prazer.
Evviva TEX!
Geraldo G. Carsan
Obs: Hoje, 8 anos depois, os Tex mais esperados de todos os tempos são o 600 na Itália e o Tex Cores 7 no Brasil).
(Um abraço a todos e até a próxima)
terça-feira, 27 de julho de 2010
Este número de Tex teve repeteco. Ao lado você vê a capa da 2ª Edição, publicada no Brasil pela Editora Vecchi, a mesma editora que publicou a primeira edição.
Compare esta imagem da 2ª Edição com a capa da 1ª Edição (no alto desta página) e repare nas diferenças, especialmente no tamanho (o formato grande - igual ao italiano - durou apenas de TEX-001 até TEX-037).
Na 2ª Edição deste número, publicada pela Editora Vecchi em setembro de 1977, o colaborador G.G.Carsan encontrou 4 curiosidades. Veja abaixo:
1 - Temos o Correio do Tex inserido no meio da revista, na página 75, e não é erro de paginação, pois a história prossegue normalmente na página seguinte. Este deve ser um fato inédito em Tex.
2 - Existe uma "Palavra Cruzada" no meio da história, pronta para ser completada. Terá sido um ardil da Editora para anunciar os conhecidos caça-palavras?
3 - Ainda no meio da história colocaram um daqueles famosos cupons para pedirmos números atrasados. Onde já se viu aprontar uma dessas com os colecionadores?
4 - Esta história foi reproduzida com duas numerações. A numeração normal das páginas, no rodapé, e uma outra colocada nas "tiras", de modo que cada episódio começa na tira 1 e vai até a 32, e começa novo episódio, de acordo com o original italiano do começo da vida editorial de Tex.
Até a próxima...
Compare esta imagem da 2ª Edição com a capa da 1ª Edição (no alto desta página) e repare nas diferenças, especialmente no tamanho (o formato grande - igual ao italiano - durou apenas de TEX-001 até TEX-037).
Na 2ª Edição deste número, publicada pela Editora Vecchi em setembro de 1977, o colaborador G.G.Carsan encontrou 4 curiosidades. Veja abaixo:
1 - Temos o Correio do Tex inserido no meio da revista, na página 75, e não é erro de paginação, pois a história prossegue normalmente na página seguinte. Este deve ser um fato inédito em Tex.
2 - Existe uma "Palavra Cruzada" no meio da história, pronta para ser completada. Terá sido um ardil da Editora para anunciar os conhecidos caça-palavras?
3 - Ainda no meio da história colocaram um daqueles famosos cupons para pedirmos números atrasados. Onde já se viu aprontar uma dessas com os colecionadores?
4 - Esta história foi reproduzida com duas numerações. A numeração normal das páginas, no rodapé, e uma outra colocada nas "tiras", de modo que cada episódio começa na tira 1 e vai até a 32, e começa novo episódio, de acordo com o original italiano do começo da vida editorial de Tex.
Até a próxima...
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Um Texone Diferente
Sergio Bonelli deve ter concluído que valeu à pena esperar seis anos para publicar o Texone 15 (no Brasil Tex Gigante 009). E nós, texianos devemos estar exultantes com a magnífica revista que nos chega neste início de outono.
Em verdade, temos em mãos uma revista de alto nível, com a qualidade Mythos Editora, desenhos (marvel) Kubert e fascinante roteiro Bonelliano. Somando-se tudo isso à figura peculiar de TEX Willer, concluo sem medo de errar, que esta edição merece destaque em qualquer Biblio-TEX.
Reparem no detalhe quando Tex é jogado no precipício, que seqüência maravilhosa... e na página seguinte, o chapéu faz o mesmo caminho, entre quadros. Por mais acostumado que esteja com outras HQ, vendo isso em TEX, fiquei inicialmente intrigado, mas depois acostumei e repassei toda a revista, olhando os quadros e imaginando a profundidade do que estava vendo e tinha em mãos.
Nas 220 páginas da história, apenas 64 tem o formato natural dos Texones e TEX normais, com 5 ou 6 quadros por página, e o Kubert abusou de 3 quadros seqüenciais. Adorei! Convido aos amigos texianos folhearem este Texone e degustarem o trabalho com outros olhos, e terão uma grata surpresa. Em algumas tomadas, pensei que estava lendo um Tex, mas enxergava um Batman, um Tarzan, um Zorro.
Outra coisa engraçada e diferente são as sombras provocadas pelos chapéus, que parecem máscaras; e os bigodões daqueles senhores que ponteiam a história. Nessa revista, fazemos contato com personagens americanos, sob o ponto de vista de um americano. Soa diferente do que estamos acostumados.
Ah, dessa vez, ninguém pode reclamar que a revista largou tinta nas mãos, né mesmo? Pelo menos não aconteceu comigo. E o enredo é muito bom. Li tudo de uma só tirada, doido pra ver o final, e querendo que demorasse o máximo possível. Coisa de texiano!
Falou-se sobre a qualidade das figuras e da limpeza dos desenhos, devido ao fato de ser colorizado para lançamento nos EUA. Em minha opinião, mesmo assim, não ficou a desejar em nada, quando comparado com as publicações anteriores.
Como texiano que acompanha tudo que acontece ao nosso Tex, estou aguardando uma matéria sobre o lançamento do Texone nos Estados Unidos. Como terá sido o lançamento? As vendas atingiram a meta da Editora? Qual a repercussão na mídia especializada? Já é hora de publicar TEX em série na terra do Tio Sam?
Escrito por G.G.Carsan, João Pessoa, PB.
até a próxima...
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